segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Alto Paraíso de Goiás: Assentamento Sílvio Rodrigues e Cidade da Fraternidade recebem o Projeto Semeando




Sensibilizar moradores do assentamento Silvio Rodrigues, localizado no município de Alto Paraíso (Chapada dos Veadeiros), para cuidados especiais com áreas de nascentes , foi o desafio do projeto Semeando o Bioma Cerrado, da Rede de Sementes do Cerrado.

O Projeto esteve também na Cidade da Fraternidade, realizando oficinas práticas e teóricas sobre a importância dos recursos hídricos da região, além de apresentar técnicas conservacionistas e atitudes individuais que permitirão àquela comunidade manter suas nascentes e recuperar suas áreas degradadas com plantios orientados. O evento aconteceu nos dias 24 e 25 de outubro.

Entre os saldos do curso de educação, além do aprendizado, estão a possibilidade de apresentar a Unidade de Capacitação e Apoio à Produção de Sementes e Mudas Florestais para toda a comunidade e gerar novas expectativas para aplicação de práticas técnica e economicamente sustentáveis.

O curso ministrado pela equipe de Educação Ambiental da Associação dos Amigos das Florestas (AAF), uma OSCIP parceira do Projeto e segundo a presidente, Mery-Lucy Souza, o tema escolhido está entre os objetivos da Carta da Terra, “Conheça mais sobre o lugar em que Vive” e a proteção das nascentes da região. Entre os diversos recursos que a natureza disponibiliza, a água é o mais fundamental à vida humana e de todas as espécies de plantas e animais que habitam o planeta. “Trata-se, sem dúvida, de um recurso natural de altíssimo valor econômico, estratégico e social, sendo, também, considerado um importante regulador do clima na Terra”, sublinha Mery.



A aproximação com o Projeto Transformar, mantido pelas lideranças do assentamento é positiva na avaliação de Mery, a medida que, com essas oficinas, deverão ser formados multiplicadores da mensagem ecológica.

Para o coordenador do Projeto da Rede de Sementes do Cerrado, Rozalvo Andrigueto, o Transformar é uma mostra do que um projeto pode proporcionar para as comunidades. “Com isso, vemos um projeto que influenciou outro e gerou uma nova proposta”, conclui ao destacar que este contexto vem ao encontro do objetivo do Semeando.

As visitas de alunos do Educandário Humberto de Campos e de moradores vizinhos à Unidade, mesmo sem frequentarem o curso, permitiu que se fizesse um alerta à importância da recuperação de áreas degradadas, à proteção de nascentes e à produção de mudas de qualidade para a preservação do Cerrado



A Unidade de Capacitação e Apoio integra, em um mesmo espaço, as várias etapas que compõem a produção de mudas de qualidade para o Cerrado com aplicação de técnicas modernas de cultivo. Desde o preparo da terra até a produção da muda em estágio ideal de plantio estão dispostos em sequência para o aprendizado. A lista de espera para frequentar a rotina de aprendizado do Projeto Transformar, desenvolvido nas duas localidades, tinha 37 inscritos e, nesta segunda-feira (27), subiu para 63, registra o idealizador, Márcio Selaibe. Durante o curso de sensibilização, ele apresentou também o projeto experimental com mudas de espécies desenvolvidas pela Embrapa, o maracujá pérola do cerrado e a amora preta.


Caminho da nascente

Durante o curso ministrado pela presidente da Associação dos Amigos das Florestas (AAF), Mery-Lucy Souza, sob o tema “Conheça mais sobre o lugar em que Vive”, os participantes receberam informações sobre a importância de conservar as nascentes de água dentro das propriedades onde moram. Ao mostrar, de forma interativa, até onde a água de uma pequena nascente chega e, no caso deles, vai até Serra da Mesa, Mery salientou que morar em uma área de referência em recursos hídricos para o planeta é um grande privilégio e também uma responsabilidade. “Ter uma nascente em casa é como ganhar na Mega Sena da virada acumulada”, assinalou, considerando que as perguntas dos participantes sobre como a cidade de São Paulo e o Rio São Francisco chegaram à situação atual mostraram que a sensibilização aconteceu, apesar dos poucos dias. Com esta percepção concorda Selaibe ao declarar que “já no domingo, após os eventos, lideranças vieram nos procurar para expor as preocupações com relação a água e a comunidade, porque a produção de água do assentamento caiu mais de 40% nos últimos três anos”.



De acordo com a presidente da AAF, para que as propostas apresentadas aos participantes do curso e integrantes do projeto Transformar na Unidade de capacitação se efetivem é fundamental a integração com as autoridades locais.

Na inauguração do viveiro da Unidade os participantes do curso receberam mais informações. Com capacidade para produzir 20 mil mudas e estufa com estrutura para desenvolver outras 20 mil mudas, o viveiro possui uma estrutura de padrão médio, comparada ao ambiente comercial do Brasil, segundo Andrigueto.

Durante o evento, Geovane Andrade, da Embrapa, foi à Unidade de Capacitação para repassar conhecimentos a respeito das duas espécies que estão no projeto experimental aos participantes do curso, o maracujá pérola do cerrado e a amora preta, e também falou a respeito do cultivo de outras espécies florestais do bioma.


Selaibe comemora a inauguração da Unidade de Capacitação e de Apoio a Produção de Sementes e Mudas Florestais. “Nossos objetivos se ampliaram não só no auxilio à formação complementar dos jovens, mas na esperança e a convicção de que com esforços coletivos comunitários e práticas técnica e economicamente sustentáveis, em apenas três anos, teremos mais de 80% das APP’s recuperadas e conservadas. A região da Fraternidade será um modelo de evolução agrícola sustentável com as características do nosso bioma e ainda contribuiremos para um plano de manejo sustentável para agricultura familiar na APA do Pouso Alto também localizada na Chapada dos Veadeiros (GO)”.


O coordenador do projeto, que é patrocinado pela Petrobras, assinala que, entre os benefícios indiretos das ações de sensibilização, está o impacto causado nos jovens em idade escolar. A diretora do Educandário, Alice Yabiku, declarou a Rozalvo Andrigueto que jovens participantes das atividades da Unidade de capacitação em suas rotinas de aprendizagem, já tiveram avanços percebidos por colegas e professores em comportamento e disciplina na escola. Das 198 crianças que frequentam o Educandário do assentamento Sílvio Rodrigues, 150 estiveram na Unidade de Capacitação e Apoio.


Boas Festas!


terça-feira, 25 de novembro de 2014

Casa do Ribeirão

Em 13 de Maio de 2014 foram realizadas oficinas de Educação Ambiental, na Casa do Ribeirão CEED 03 de Sobradinho-DF. Essa é mais uma ação do Projeto Semeando o Bioma Cerrado, em parceria com a AAF. Vamos assistir?! Uma boa sessão!!

domingo, 23 de novembro de 2014

Curso de Horta Orgânica Lago Oeste - DF

A realização do Curso de Horta Orgânica Lago Oeste - DF, entre 24 e 25 de maio de 2014 foi uma atividade muito importante para comunidade. Um dos objetivos do curso é a formação de lideranças comunitárias com foco na sustentabilidade local. Essa é mais uma ação do Projeto Semeando o Bioma Cerrado, em parceria com a AAF. Uma boa sessão!!


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Educação ambiental para professores em Santa Maria

Oficina de Educação Ambiental, no Centro de Ensino Especial 01 de Santa Maria. Essa é mais uma ação do Projeto Semeando o Bioma Cerrado, em parceria com a AAF e a Escola da Natureza. Vamos assistir!

domingo, 9 de novembro de 2014

Vamos assistir um vídeo?

Oficina de educação ambiental EMMP e Proem realizada na Escola da Natureza, Parque da Cidade, Brasília, 20 de Março de 2014. Uma ação do Projeto Semeando o Bioma Cerrado, em parceria com a AAF e a Escola da Natureza. Boa sessão!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

VIII Encontro de Educadores Ambientais do DF


Prezados professores, amigos e pessoas da luta pelo fortalecimento da Educação Ambiental, 

 Retomamos, junto com a Escola da Natureza e outros parceiros, o Encontro de Educadores Ambientais que como sempre, tem o objetivo de promover a troca de saberes e fazeres relacionados às ações significativas de educação ambiental nas instituições governamentais e não governamentais, tendo  esse ano, como foco o bioma Cerrado. A programação está muito interessante prevendo praticas sustentáveis nas ações individuais e coletivas, valorizando os educadores ambientais como agentes da transformação, que não podem ignorar os impactos do ser humano para a preservação ou degradação do meio ambiente, pensando o planeta como um sistema ou organismo auto-regulável. As inscrições gratuitas já estão aberta na Escola da Natureza ( vejam os anexos) as vagas são limitadas, portanto não deixe para depois.

Sejam bem-vindos a mais essa mobilização em defesa do nosso CERRADO.

Mery-Lucy Souza
Associação dos Amigos das Florestas






Curso de Plantas medicinais, aromáticas e condimentares




Venha conhecer e aprender a plantar e cuidar de ervas medicinais em sua horta caseira. 

DATA: 8 de Novembro de 2014 - Sábado-

LOCAL: Sede da ASPROESTE

HORÁRIO: Das 8 às 17 horas

PROMOÇÃO: Associação dos Amigos das Florestas e Asproeste 







terça-feira, 28 de outubro de 2014

Sensibilização para recuperação de áreas degradadas


Sensibilizar 30 moradores do Assentamento Sílvio Rodrigues para cuidados especiais em  áreas de nascentes, em  região próxima a Alto Paraíso de Goiás foi o  desafio do projeto Semeando o Bioma Cerrado, da Rede de Sementes do Cerrado, que por meio da AAF, esteve na cidade da Fraternidade realizando curso prático e teóricas para o  repasse de informações sobre a  grande importância dos recursos hídricos da região, apresentando ainda, técnicas conservacionistas e atitudes individuais que permitirão àquela comunidade conservar as suas nascentes e se necessário, recuperar suas áreas degradadas com plantios orientados.


Esse foi o segundo curso de Educação Ambiental realizado pelo projeto para comunidades, cujo objetivo, mais que capacitar pessoas em procedimentos de recuperação de áreas degradas, visa fortalecer um movimento sócio ambiental, baseado em  valores para a transformação do  cidadão na sua relação com a natureza , informou o coordenador  Geral do Projeto Rozalvo Andrigueto.




O curso que foi ministrado pela equipe de Educação Ambiental da Associação dos Amigos das Florestas – AAF, parceira do projeto para esse trabalho, escolheu o tema entre os objetivos da Carta da Terra "Conheça mais sobre o lugar em que Vive" e “Use com cuidado o que a Natureza te oferece" focando as ações na proteção das nascentes da região, e sensibilizando a comunidade para o fortalecimento da relação harmoniosa com a natureza. Entre os diversos recursos que a natureza disponibiliza, a água é o mais essencial à vida do homem e de todas as espécies de plantas e animais que habitam as várias partes do nosso planeta, é sem dúvida, um recurso natural de altíssimo valor econômico, estratégico e social, sendo, também, considerada um importante regulador do clima na Terra.



Para a sensibilização do tema Água, a equipe da AAF apresentou na teoria e na prática informações envolvendo a importância da fauna local, o conhecimento sobre a formação do solo, a flora com todas suas características, a preparação e o plantio de espécies nativas.

Com essas oficinas  a proposta da AAF foi formar multiplicadores da mensagem ecológica e para isso feita uma aproximação com o Projeto Transformar, mantido pela liderança do Assentamento / Cidade da Fraternidade, que reúne 12 jovens moradores daquela área que semanalmente se dedicam a uma rotina de aprendizagem e respeito à Natureza, conforme explicou Márcio Selaibe responsável pelo grupo.

Outra contribuição dada pelo Projeto Semeando o Bioma Cerrado àquela comunidade, foi a construção de um viveiro de mudas, que na realidade é uma "Unidade de Capacitação e Apoio a Produção de Sementes e Mudas Florestais" fortalecendo assim as ações já realizadas na primeira fase do projeto, como: de seleção e marcação de árvores matrizes georreferenciadas, coletas de sementes e produção de mudas entre diversas atividades que forma o elo da cadeia produtiva de semente do Cerrado.





sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Cerrado – Uma janela para o Planeta


Quando se fala em Cerrado, a primeira imagem que vem à cabeça são árvores retorcidas e uma vegetação agreste, o segundo maior bioma do Brasil possui uma diversidade de paisagens, vegetação e fauna ainda capaz de surpreender o visitante desavisado. A surpresa da descoberta deverá marcar a visita de quem for à exposição Cerrado – Uma janela para o Planeta, que o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília apresenta a partir do dia 5 de setembro. Espalhados pelos pavilhões, Galeria 3 e pela área externa do prédio do CCBB Brasília estarão exemplares, imagens e instalações deste bioma que originalmente ocupava 24% do território brasileiro.

A exposição será dividida em três grandes módulos: Grande Sertão, Veredas: paisagens do cerrado; A Trama do Cerrado: Diversidade; e Os Quatro Elementos: água, fogo, terra e ar. E contará com projeção de filmes, feira do Cerrado, programa educativo e oficinas. Tudo para aproximar o espectador deste bioma que vem sofrendo intenso processo de desmatamento. Sob a curadoria de Jorge Wagensberg (doutor em Física pela Universidade de Barcelona, onde leciona), Coordenação técnica de Mercedes Bustamante (doutora pela Universitat Trier, da Alemanha, e professora da UnB), e coordenação museológica de Maria Ignez Mantovani, o público poderá passear por diferentes paisagens e compreender a importância da preservação deste bioma.

O módulo ‘Grande Sertão, Veredas: paisagens do Cerrado  apresentará os 14 tipos principais de vegetação (‘fitofisionomias’) do bioma: as florestais (Mata Ciliar, Mata de Galeria, Mata Seca e Cerradão), as savânicas (Cerrado Denso, Cerrado Típico, Cerrado Ralo, Cerrado Rupestre, Parque de Cerrado, Palmeiral e Vereda) e as campestres (Campo Sujo, Campo Rupestre e Campo Limpo). Essas variações são mostradas em sua diversidade, com informações sobre as mudanças provocadas pelas estações – chuva e seca – e os limites do Cerrado – o bioma está presente em 11 estados brasileiros: Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Bahia, Maranhão, Piauí, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Tudo isso será apresentado de forma a proporcionar uma experiência tridimensional(?), com instalações, projeções e sons.

Caberá à instalação Raízes e Ramos apresentar o que diferencia as três principais formações vegetais – campestre, savânica e florestal – e sua relação com a água, o fogo e o solo. Serão expostas árvores reais, além de outras espécies características de cada formação. Os textos explicativos mostrarão que a distribuição destas fisionomias está relacionada à ocorrência do fogo (há espécies que só rebrotam após as queimadas), mas também à disponibilidade de água e às características dos solos. Em seguida, as três formações vegetais serão detalhadamente apresentadas, através de fotografias, instalações contendo exemplares de plantas, sons dos diferentes ambientes e mapas.

O segundo módulo, ‘A Trama do Cerrado: Diversidade’, foi especialmente concebido para proporcionar um contato direto com a diversidade da fauna e da flora do Cerrado. Vitrines exibirão sementes e frutos variados e instalações farão a demonstração de processos de dispersão, explicando ao visitante como estes mecanismos funcionam na natureza (experimentos em vitrines com mecanismos que simularão a presença de vento, correntes de água e ingestão e digestão de sementes). Em murais estarão folhas reais de árvores, palmeiras, arbustos e herbáceas, com a enorme variedade de forma e cores e sua relação com a disponibilidade de água, ocorrência de fogo e características dos solos.

Uma parte da fauna será apresentada em vitrines. O visitante conhecerá a imensa variedade de insetos, de peixes presentes nas diferentes bacias hidrográficas e os principais abrigos dos animais – ninhos e tocas –, que estarão dispostos de forma que o espectador veja onde ocorrem no Cerrado. Textos explicativos e exemplares em vitrines prometem destacar o papel ecológico de insetos como abelhas, vespas, borboletas, besouros, cupins e gafanhotos e sua adaptação ao meio ambiente – sabe-se que o Cerrado abriga 13% das borboletas, 35% das abelhas e 23% dos cupins dos trópicos.



Buriti (Mauritia flexuosa) planta típica das veredas que é uma das fitofisionomias do Cerrado


Abrigos, ninhos e tocas de animais do Cerrado serão apresentados em vitrines tridimensionais. O visitante poderá compreender a função ecológica de abrigos como cupinzeiros, abrigos de mariposas, ninhos de vespas e aves e entender os motivos que levam os animais a escolherem os materiais nos quais são confeccionados.

Também em ‘A Trama do Cerrado: Diversidade’ estará representada a diversidade cultural e de ocupação humana. Uma linha do tempo demonstrará como se deu a ocupação do território há milhares de anos, quais foram os principais povos, assim como as características fundamentais das populações. Objetos históricos e naturais utilizados por estas comunidades serão apresentados em vitrines e imagens.

Este módulo ainda se estenderá para a área externa do prédio do CCBB, com os segmentos ‘Restos e Rastros: Vestígios da fauna’, ‘Causos do Cerrado’ e ‘Olhar, observar, experimentar e documentar’. Nestes espaços será demonstrado o trabalho dos pesquisadores, que buscam as pegadas, os vestígios dos animais, as câmeras usadas para documentar os hábitos de diferentes espécies da fauna, as vitrines com exemplares de pegadas, e também apresentados vídeos com histórias curiosas e causos contados por habitantes da região.

O terceiro e último módulo de Cerrado será dedicado a explorar ‘Os Quatro Elementos: água, fogo, terra e ar". A ideia é fazer o visitante conhecer a história geológica do Cerrado, a diversidade de solos, impactos do fogo e as interações entre vegetação e recursos hídricos. O Cerrado acolhe, por exemplo, cerca de 78% da área da bacia do Araguaia-Tocantins, 47% do São Francisco e 48% do Paraná-Paraguai. Uma maquete apresentará os principais processos hidrológicos, o relevo e a vegetação.

Para falar do solo, a exposição contará com a imensa cartela de cores dos solos do Cerrado, explicando sua composição e a presença e a quantidade de minerais, bem como a relação com a vegetação. Um totem e amostras de rochas destacarão  eventos geológicos que ocorreram para a configuração atual dos solos e paisagens do Cerrado.

E finalizando a exposição, o módulo Fogo promete mostrar a extraordinária importância desse fator para as diferentes vegetações da região, com efeitos ecológicos, para o manejo de áreas e conservação. O tema será representado por meio de um conjunto de audiovisuais que procurarão recriar o ciclo da queimada natural e também da causada pelo homem, abordando os impactos sobre as espécies. O público poderá também conhecer algumas das estratégias de defesa da flora por meio de uma vitrine com diferentes cascas e troncos além de amostras secas (exsicatas) de espécies da flora do Cerrado. O visitante ficará sabendo, por exemplo, que o tronco tortuoso com casca espessa é uma das adaptações mais evidentes no Cerrado. Os galhos e troncos crescem tortos devido ao fogo e as cascas são espessas para preservar o interior do caule, onde há circulação de nutrientes, água e seiva elaborada.

O CCBB Brasília receberá uma das mostras mais completas sobre o segundo maior bioma da América do Sul

SERVIÇO:

O CCBB disponibiliza ônibus gratuito, identificado com a marca do Centro Cultural. O transporte funciona de quarta a segunda-feira. Consulte todos os locais e horários de saída no site e no Facebook.

O Centro Cultural também oferece transporte escolar gratuito para escolas públicas, ONGs e instituições assistenciais do Distrito Federal e entorno mediante agendamento pelo número 3108-7623 ou 3108-7624.

CCBB Brasília fica aberto de quarta a segunda-feira das 9h às 21h
SCES Trecho 2 – Brasília/DF  Tel: (61) 3108-7600
E-mail: ccbbdf@bb.com.br   Site: bb.com.br/cultura
Redes sociais: facebook.com/ccbb.brasilia e twitter.com/ccbb_df

Cerrado é uma realização do Museu de Ciência e Tecnologia de Brasília, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e da UNESCO, com apoio de várias instituições científicas e ambientais tais como a WWF, Jardim Botânico de Brasília, ISPN, Embrapa Cerrados, Ministério do Meio Ambiente/GIZ, Rede Sementes e Ibermuseus.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Programa Campo Vivo




O Programa Campo Vivo é uma ação da AAF que engloba todos os Projetos Ambientais da Associação, em uma única metodologia de trabalho para sensibilização ecológica e ambiental a Ecopedagogia.


O Campo Vivo abrange os seguintes Projetos desenvolvidos atualmente no Núcleo Rural Lago Oeste:
Ecoatletismo
Sala Verde
Viveiro Educador
Ruas e Quintais Ecológicos

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