terça-feira, 26 de maio de 2015

Lei do Silencio

‪Estamos precisando de apoio na audiência do dia 16 na Câmara Legislativa, para a revisão da Lei do Silêncio. Se não prevenirmos agora as possíveis aberrações no futuro bem próximo, quem não estiver LOUCO e ou SURDO com certeza terá sérios outros problemas. Os nossos parlamentares estão confundindo, regulamentar uma atividade dentro do conceito de sustentabilidade com querer fechar estabelecimentos.

Por isso estamos pedindo a presença de todos que possam contribuir com argumentos justos e sólidos para a defesa dos níveis suportáveis do barulho.

Participe da Audiência Pública dia 16 às 9 horas na Assembleia Legislativa

Lei do Silêncio!


Dia 16 de Junho na Assembleia Legislativa, haverá audiência pública para tratar desse assunto. 
Se barulho te incomoda, não te omitas, compareça!!!!



sexta-feira, 15 de maio de 2015

CEF 1 de Sobradinho sensibiliza 400 alunos sobre a necessidade de preservação da água

Brasília, 15/5/2015 – A pracinha do condomínio Nova Colina, em Sobradinho (DF), vai ganhar um novo defensor da natureza a partir desta quinta-feira. Gabriel Henrique, 13 anos, aluno do 7º ano do Centro de Ensino Fundamental I, participou de oficinas de valorização água como Projeto Semeando o Bioma Cerrado e decidiu trocar até a profissão escolhida para o futuro. Mas de imediato ele sentiu-se responsável por dividir os conhecimentos recebidos com sua comunidade.

“Eu queria ser engenheiro civil, agora, quero fazer engenharia florestal para poder dar ideia de preservação do ambiente. Mas eu já posso fazer isto no lugar que eu moro, posso fazer palestras e dizer para as pessoas que não lavem o quintal com mangueira, que aproveitem a água da máquina para o quintal e que não demorem no banho”, resume Gabriel adiantando que a partir de agora seu próprio banho de 10 minutos vai demorar bem menos.


O Gabriel e mais de 400 alunos do CEF 1 que cursam do 6º ao 9º ano e têm entre 11 e 17 anos de idade passaram esta quinta-feira recebendo informações e colocando-a em prática em 12 oficinas realizadas pelo Projeto da Rede de Sementes do Cerrado patrocinado pela Petrobras que fez parte da Semana de Educação para a Vida no Distrito Federal.

Olhar diferente - Com foco na valorização da água, os professores procuraram sensibilizar os alunos para desenvolverem um olhar diferente sobre o ambiente em que vivem e algumas manifestações mostram que a ação é válida. Nicole Cristina, de 13 anos, estudante do 8º ano, contou que achou importante vivenciar o papel de um engenheiro ambiental, porque entendeu, fazendo desenhos, como é que a água chega na casa dela. Já Daniel Souza, de 13 anos, estudante do curso de aceleração CDIS, colocou a mão na terra para valer para plantar mudas de hortaliças, mas antes ajudou a fazer e regar os canteiros que receberam as mudas. “Achei importante plantarmos mudas livres de agrotóxicos aqui na escola. Agora, vou vir ver como vão se desenvolver, né?”, programa-se.



O diretor do CEF 1, Djalma Marcos dos Santos, há um ano nesta escola vindo de uma instituição de educação rural, destaca que observou durante as atividades que os alunos viram, na prática, como a vida funciona e o quanto somos dependentes da água. “Eles são exemplos, levaram a sério o que ouviram e vão arrastar estas lições com certeza”, prevê ao contar que quando estava na escola rural, levava os alunos para passear na cidade e agora, tem que levar para a escola a experiência do plantio, do contato com os recursos ambientais para que compreendam a necessidade de preservação, “é o movimento contrário”, frisa.

A orientadora educacional, Rose Pereira, também comemora o dia de oficinas e diz que espera que esses alunos tornem-se multiplicadores sobre os cuidados necessários com o planeta.
Já a professora Adriana Moraes, de Geografia, constata que o aluno ainda se espanta com algumas situações e precisa ter formação sobre sustentabilidade e cidadania, mas o professor também precisa de mais informação. “Hoje, eu aprendi muita coisa aqui. Com informação a gente busca formas alternativas para trabalhar essas questões”, diz.



Inclusão - O coordenador do Projeto Semeando o Bioma Cerrado, Rozalvo Andrigueto, lembra que além das escolas de ensino básico, oficinas de educação ambiental são desenvolvidas observando a inclusão de portadores de necessidades especiais e jovens em situação de risco social. Ele calcula que o programa de educação ambiental do Projeto, que existe desde 2010, já tenha alcançado mais de 2.300 crianças e jovens focando especialmente na preservação do Cerrado.

Ecopedagogia - A gestora de educação ambiental, Mery-Lucy Souza, explica que o programa de oficinas trabalha a ecopedagogia relacionada à essência da vida que é o relacionamento harmonioso e consciente com as pessoas e o ambiente em que vivemos. “É fundamental contextualizar o conteúdo das oficinas e deixarmos para os jovens a mensagem de que é preciso repensar o consumo e o descarte como fazemos atualmente”, completa.


Semeando – De acordo com Andrigueto, o projeto Semeando o Bioma Cerrado tem atuação além da educação ambiental para jovens e tem como meta restaurar cinco hectares de áreas já degradadas, georreferenciar 3.600 árvores matrizes, demarcar 60 áreas (cerca de 600 hectares como área preservada), capacitar tecnicamente 390 pessoas para produzir sementes e mudas florestais nativas em condições ambientalmente corretas, economicamente sustentáveis e sensibilizar e conscientizar diretamente 886 pessoas em ações de Educação Ambiental e mais de 2.500 indiretamente, no período de dois anos que se encerra no final de 2015. O projeto prevê ações implementadas no Distrito Federal, nos municípios goianos de Ipameri, Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Barro Alto, Pirenópolis, Goianésia, Ceres, Santo Antônio do Descoberto e Goiânia em Goiás. No Mato Grosso, o município de Sinop foi incluído nesta fase por situar-se em área de Cerradão, uma transição entre os biomas Cerrado e Amazônia.

Fotos: Oficinas de valorização da água no CEF1 em 14 de maio
Crédito: Teresa Cristina Machado

Mais informações:
Assessoria de imprensa - Semeando o Bioma Cerrado
Contato: Teresa Cristina Machado
Tel.: 55 (61) 3225 1452 /9983 9395


terça-feira, 12 de maio de 2015

CEF 1 Sobradinho: Semana de Educação com 12 oficinas de valorização da água

Brasília. Nesta quinta-feira (14), cerca de 400 jovens, entre 11 e 17 anos de idade, estudantes do Centro de Ensino Fundamental I de Sobradinho (DF), terão aulas diferentes entre às 7h30min e às 17h. A água - seu impacto na vida e os cuidados que este bem essencial exige - vai ser valorizada em atividades para provocar a reflexão como parte do programa Semana de Educação para a Vida.

No formato de 12 oficinas, os estudantes atuarão como agentes de defesa do ambiente pela valorização da água e sua importância para o Cerrado, por meio de atividades que se apoiam na transversalidade da educação.


As oficinas foram desenvolvidas e serão aplicadas por uma equipe de profissionais reunidos pelo Projeto Semeando o Bioma Cerrado da Rede de Sementes do Cerrado, patrocinado pela Petrobras.

Impacto direto - Conhecido como berço das águas, o Cerrado abriga três bacias hidrográficas – São Francisco, Tocantins-Araguaia e Rio Paranaíba -, de fundamental importância para a preservação dos demais biomas brasileiros, assinala o coordenador do Projeto, Rozalvo Andrigueto. Ele frisa que é essencial termos consciência de que o uso irracional da água exerce impacto ambiental negativo além das fronteiras do bioma onde habitamos.

Lixo responsável - De acordo com a gestora de educação ambiental do Projeto, Mery-Lucy Souza, o objetivo de levar as oficinas para o CEF 1 é mostrar, na prática, o que é cultura ambiental, no amplo sentido desta expressão, considerando que é preciso manter uma relação harmoniosa com tudo. Queremos chamar a atenção também para a necessidade da consciência de que cada um é responsável pelo lixo que produz, assinala ao destacar que “é preciso visão planetária para mudar o comportamento”. A consciência vai além do abrir e fechar torneiras.

Professores, biólogos, assistentes sociais, artistas plásticos, lideranças comunitárias e universitários vão propor uma troca de saberes com os alunos por meio das oficinas que, resumidamente, têm as seguintes propostas:
1. Solo sustentando a vida – por meio da produção de maquetes, os alunos deverão compreender a importância e o papel das águas subterrâneas e a responsabilidade de evitar sua contaminação;
2. Rios voadores – uma visão objetiva sobre o fenômeno da natureza que faz imensas massas de vapor d’água viajarem, pelo céu, e ocasionarem chuvas em várias partes do mundo;
3. Cerrado pai das águas – uma apresentação para debate sobre o bioma em que habitamos, as espécies nativas, a dispersão de sementes;
4. Plantando vidas – uma atividade para ser acompanhada ao longo do período escolar. Alunos vão plantar mudas nativas em volta da escola;
5. Artesanato – o lixo reutilizado não vai para bueiros, nascentes, não contamina a água;
6. Reciclagem de papel – uma abordagem que traz a constatação do consumo consciente e os benefícios ambientais resultantes do não exagero, não desperdício;
7. Corredor da vida – desenhando sobre um rolo de papel a geografia do Cerrado;
8. Vida silvestre – quais são os bichos da fauna do Cerrado?
9. Jogos cooperativos – atividade de integração social
10. Monotipia – um exercício de arte e interpretação
11. Pigmentos naturais – é possível pintar as paredes da casa da família com uma tinta feita com materiais do Cerrado
12. Horta – mais de uma cultura em um mesmo canteiro, uma ideia para sempre ter o que colher.

Em nosso blog amigosdasflorestas.blogspot.com.br faremos uma postagem sobre a realização das atividades.

Serviço Semana de Educação para a Vida no CEF 1
Programação
Data : 14 de maio de 2015 (quinta-feira)
Horário: 7h30 às 17h
Telefone: (61) 3591-1762 / 3901-4107
Endereço: Centro de Ensino Fundamental l – Quadra 2 cj. C e D – Área Especial – Sobradinho (DF)

Mais informações:
Assessoria de imprensa - Semeando o Bioma Cerrado
Contato: Teresa Cristina Machado
Tel.: 55 (61) 3225 1452 /9983 9395



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